terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Ascensão da Horda - Capítulo 6




As lições daquele tempo foram amargas, compradas com sangue, morte e angústia. Ironicamente, a coisa que quase nos destruiu foi o que nos salvou depois: um senso de unidade. Cada clã foi leal a si mesmo, intensamente dedicado a seus membros, mas não aos outros. Sob o que e contra nos unimos foi totalmente errado e ainda estamos nos corrigindo por isso.  Gerações por vir ainda irão arcar com nossos erros. Mas a união, por si, foi gloriosa. E é uma lição que pretendo resgatar das cinzas. Foi essa lição que me fez falar com líderes de raças tão diferentes, para trabalharmos juntos em prol de algo que possamos nos orgulhar.

Unidade. Harmonia. Essa é a boa lição do passado. Eu a aprendi bem.

Feliz, Ner’zhul olhou para o céu poente. O pôr do sol estava reluzente hoje. Os ancestrais deveriam estar satisfeitos, refletiu, sentindo-se um tanto orgulhoso.

Mais um Kosh’harg tinha chegado e ido embora. Eles pareciam cada vez mais difíceis do que nos outros anos, e toda a vez que a celebração ocorria, havia algo para alegrar-se e algo para lamentar.

Sua velha amiga Kashur – sabia que dentre o clã Frostwolf era chamada de “Mãe” – havia ido ao encontro dos ancestrais. Pelo o que ficou sabendo, havia morrido bravamente. Ela havia insistido em juntar-se à caçada; algo que não fizera há anos. Os Frostwolves haviam caçado fenocerontes e a Mãe ansiã estava na dianteira junto com os guerreiros. Havia morrido pisoteada antes mesmo que pudessem salvá-la e Ner’zhul sabia que o clã, mesmo em luto, celebrava sua vida e como escolheu partir. Esses eram os jeitos dos orcs. Perguntou-se se a veria e então repreendeu o pensamento. Ele a veria se achasse que era apto para revelar-se. Morte não era esse deserto de tristezas para um xamã como era para os outros orcs, pois tinha o privilégio de estar novamente na presença dos amados falecidos, compartilhar de sua sabedoria, sentir sua afeição.

O clã havia sofrido uma dupla tragédia, pois no meio tempo entre um Kosh’harg e outro a morte tinha também levado o líder Garad. Os Frostwolves tiveram o azar de, em um dia ensolarado, trombar com no mínimo três ogros e seu mestre monstruoso. As horríveis criaturas eram estúpidas, mas ferozes, e o gronn era um inimigo astuto. Os orcs saíram vitoriosos, mas a um alto custo. Naquele dia negro, apesar de todo o esforço dos curandeiros, Garad e muitos outros morreram em função dos ferimentos.

Mas nas angustias da perda de um líder, e um que Ner’zhul conhecera e respeitara, havia a alegria do sangue novo para assumir. Kashur havia falado bem de Durotan, e pelo o que havia visto, o jovem seria um ótimo líder. Assistiu Durotan ser nomeado chefe e notou uma fêmea atraente e de olhar impetuoso, observando a cerimônia com mais do que apenas simples interesse pelo clã. Estava certo que até o próximo Kosh’harg a amável Draka seria a parceira do novo chefe dos Frostwolves.

Suspirou, selecionando as imagens em sua mente enquanto enchia seus olhos com os prazeres do glorioso sol. Os anos se passavam, e davam suas bênçãos e exigiam seus sacrifícios.

Voltou para sua pequena cabana, a qual uma vez dividiu com sua companheira, que havia falecido há muitos anos. Rulkan o visitava de vez em quando sem partilhar palavras de sabedoria, mas enchendo seu coração com ternura e abrindo-lhe novamente para as necessidades de seu povo cada vez que seu espírito tocava o dele. Sentia saudade de sua risada rouca e do calor ao lado dele na cama, mas estava contente. Talvez, pensou ele, Rulkan apareceria essa noite.

Preparou uma poção, entoando encantamentos e bebendo devagar. Isso não causaria uma visão; nada causaria a não ser que um ancestral desejasse, e muitas vezes elas vinham quando menos se esperava. Mas os xamãs aprenderam através dos anos que algumas ervas abriam a mente durante o sono, para que aquele que foi presenteado com a visão, lembraria com clareza na manhã seguinte.

Ner’zhul fechou os olhos e logo os abriu de novo, mas sabia que estava dormindo profundamente.

Ele e sua amada Rulkan estavam no topo da montanha. De começo achou que olhavam o pôr do sol, mas percebeu que o sol estava nascendo e não descendo para dormir. O céu estava magnífico, mas de uma maneira que estimulava e incitava-o ao invés de acalmá-lo e confortá-lo. As cores eram escarlate, roxo e laranja, quase violento, e seu coração elevou-se.

Rulkan virou-se, sorrindo, e pela primeira vez desde que exalou seu último suspiro como ser vivo, falou com ele.

“Ner’zhul, meu companheiro, este é um novo começo.”

Arfou, tremendo, dominado pelo amor por ela, inundado com uma emoção latente inflamada pelas cores vibrantes do sol nascente. Um novo começo?

“Você guiou bem o nosso povo.” disse. “Mas chegou a hora de aprofundarmos os velhos costumes, levá-los adiante pelo bem de todos.”

Um pensamento cutucou sua consciência. Rulkan não tinha sido uma xamã, nem uma chefe. Foi apenas uma maravilhosa orquisa, o que foi mais do que suficiente para Ner’zhul, mas ela não havia tido nenhuma posição importante durante a vida que a faria falar com tanta autoridade. Contrariado com sua falta de fé, suprimiu o sentimento. Ele não era um espírito, era apenas carne e osso e apesar de entender mais sobre o caminho dos espíritos, também sabia que havia muito que jamais entenderia até juntar-se a eles. <em>Por que</em> Rulkan não falaria pelos ancestrais?

“Estou escutando”

Ela sorriu. “Sabia que escutaria. Tempos negros e perigosos virão para os orcs. Até agora, apenas nos reunimos durante o Kosh’harg. Esse isolamento deve acabar se queremos que nossa raça sobreviva.”

Rulkan olhou para o sol, seu rosto pensativo e coberto pelas sombras. Ner’zhul ansiou por abraçá-la, tomar dela o fardo que carregava como fazia em vida. Mas agora, ele sabia que não podia tocá-la, nem forçá-la a falar. Então sentou em silêncio, bebendo de sua beleza, ouvidos atentos à sua voz.

“Há uma praga nesse mundo.” disse com calma. “Deve ser eliminada.”

“Diga e será feito,” prometeu fervorosamente. “Sempre honrarei os conselhos dos ancestrais.”

Voltou-se para ele, seus olhos procurando os dele enquanto a luz ficava mais brilhante.

“Quando for eliminada, nosso povo se manterá orgulhoso e altivo...mais do que somos agora. Teremos poder e força. E você...você, Ner’zhul, irá liderá-los.”

A maneira como ela disse isso fez o coração dele disparar. Ele já era poderoso, honrado, talvez ainda reverenciado pelo seu próprio clã Shadowmoon. Já era o líder dos orcs, apesar de não oficialmente. Mas agora o desejo por mais atiçou seu coração. E o medo também o atiçou; sombrio e desagradável, mas que precisava ser enfrentado.

“Qual é a ameaça que precisa ser dissipada antes que os orcs possam reivindicar o que lhes é de direito?”

Ela disse.

“O que isso significa?” perguntou Durotan.

Ele fez o desjejum com as duas pessoas do clã que mais confiava: Draka, sua pretendida, com quem iria casar-se numa grandiosa cerimônia na próxima lua cheia, e Drek’Thar, o novo chefe dos xamãs do clã.

Durotan, junto com todos, havia lamentado a passagem da Mãe Kashur. Durotan tinha certeza que ela pretendia morrer aquele dia, e desejou que fosse uma boa morte. Ela faria falta, mas Drek’Thar havia provado ser um sucessor digno. Lutando contra seu pesar, ele assumiu na hora como o curandeiro principal da caçada e todas as subsequentes. Kashur teria ficado orgulhosa. Agora os três sentavam e comiam na tenda do chefe, onde Durotan, chefe desde a morte de seu pai em batalha contra um gronn e seus ogros, residia.

Estava se referindo a carta que tinha chegado recentemente, trazido por um grande e esguio mensageiro em um grande e esguio lobo preto. Examinou o conteúdo enquanto comia mingau feito de grão e sangue.

Para Durotan, Chefe do clã Frostwolf, o xamã Ner’zhul manda saudações. Fui agraciado com visões dos ancestrais que é de interesse de todos, como orcs, e não como membros indivíduos de um clã. Falarei com os líderes de todos os clãs no décimo segundo dia desta lua, assim como cada xamã de cada clã. Vocês devem ir ao pé da montanha sagrada. Carne e bebidas serão concedidas. Se não comparecer, vou considerar como um sinal de que não se importam com o futuro de nosso povo e que irão agir de acordo. Perdoe-me pela maneira brusca, mas essa questão é de extrema urgência. Favor responder pelo meu mensageiro.

Durotan fez o mensageiro esperar enquanto discutia o assunto. Este parecia um tanto perturbado, mas aceitou esperar por um curto período. Talvez o aroma do mingau soprando do grande caldeirão o tenha convencido.

“Eu não sei, a não ser que obviamente Ner’zhul sente que isso é de extrema importância.” admitiu Drek’Thar. “Tal coisa nunca acontece fora das cerimônias do Kosh’harg. E lá os xamãs sempre se reúnem na presença dos ancestrais. Mas nada fora disso. E nunca ouvi falar de alguém convocar os chefes. Mas o conheço desde sempre. É um grande e sábio xamã. Se os espíritos fossem falar com qualquer um de nós sobre algo que nos ameaça, falariam através dele.”

Draka rosnou. “Convocar vocês como se fossem animais de estimação para atender seu chamado. Eu não gosto disso Durotan. É um sinal de arrogância.”

“Não discordo de você.” disse. Inicialmente o tom da carta fez seus pelos eriçarem e estava propenso a recusar. Mas quando leu de novo, olhou através das palavras soberbas para ver a intenção por trás da carta.

Certamente algo estava incomodando o orc que todos respeitavam, e isso valia alguns dias de viagem.

Draka o observou, seus olhos estreitos. Olhou-a e sorriu.

“Irei, então. E todos os meus xamãs.”

Draka franziu a testa. “Eu vou com você.”

“Acho que seria melhor se – “

Draka rosnou. “Sou Draka, filha de Kelkar, filho de Rhakish. Sou pretendida e logo serei sua parceira para o resto da vida. Não irá me proibir de acompanhá-lo!”

Durotan riu jogando sua cabeça para trás, tocado pela demonstração da sua garra. Escolheu muito bem. Da orquisa nascida frágil, surgiu força e fogo. O clã Frostwolf irá prosperar com ela a seu lado.

“Então, chame o mensageiro, se ele já terminou sua refeição.” falou com bom humor ainda contaminado em sua rouca voz. “Diga que iremos a essa estranha reunião, mas que ele assegure a necessidade dela quando chegarmos.”

O líder do clã Frostwolf e seus xamãs estavam entre os primeiros a chegar. Ner’zhul foi pessoalmente saudá-los, e no momento que Durotan olhou para o xamã, soube que fez certo em ter vindo. Apesar de não ser mais jovem, percebeu que o xamã havia envelhecido anos em alguns meses desde o último Kosh’harg. Parecia...mais magro, quase desnutrido, como se não tivesse comendo por algum tempo. E seus olhos pareciam assustados. Seu agradecimento era sincero e suas mãos tremiam quando agarrou os ombros de Durotan.

Não era uma jogada arrogante por poder, mas um sentimento verdadeiro de ameaça. Inclinou a cabeça e foi embora para acomodar seu clã.

Pelas próximas horas, conforme o sol descia no horizonte, viu um fluxo constante de orcs chegarem aos campos na base da montanha, como se estivessem se reunindo para o festival. Viu os banners brilhantes que anunciavam os clãs tremularem ao vento, e sentiu um sorriso formar em seu rosto ao ver o símbolo do clã Blackrock – clã do Orgrim.  Desde que se tornaram adultos, os dois amigos de infância tinham pouco tempo para passar juntos, e mesmo Orgrim tendo ido à cerimônia que tornou Durotan chefe do clã, não haviam se visto desde então. Não estava surpreso ao ver que Orgrim marchava um passo atrás de Blackhand, o líder intimidador e bronco do clã Blackrock. Seu amigo era agora o segundo no comando.

Draka seguiu o olhar de seu futuro parceiro e grunhiu também satisfeita. Ela havia se dado muito bem com Orgrim, pelo que Durotan era agradecido. Era sortudo, pois as duas pessoas que mais lhe importava tornaram-se amigos.

Enquanto Blackhand conversava com Ner’zhul, Orgrim piscou em direção de seu amigo. Durotan sorriu de volta. Ele estava preocupado com o estado de Ner’zhul, mas pelo menos essa reunião daria a chance dele visitar Orgrim. Ao terminar esse pensamento, Blackhand bufou e acenou para Orgrim segui-lo. Sentiu seu sorriso sumir; se Blackhand exigisse a presença de Orgrim na reunião, então até esse encontro lhe seria negado.

Draka, que o conhecia bem, apertou sua mão. Não disse nada, pois não era necessário. Sorriu para ela.

O mesmo esguio mensageiro avisou que Ner’zhul não iria realizar a reunião antes da manhã seguinte, uma vez que vários clãs chegariam aos poucos durante a noite. O acampamento do Frostwolf era menor do que a maioria, mas mais harmonioso do que muitos. Trouxeram barracas de viagens e peles, e o mensageiro foi acomodado e guarnecido com carne, peixe e frutas em abundância. Um lombo de talbuque girava lentamente na fogueira, com seu perfume irresistível, deixando os orcs com o apetite aberto mesmo enquanto banqueteavam-se de peixe cru. Estavam em onze no total – Durotan, Draka, Drek’Thar e oito de seus xamãs. Alguns pareciam bem jovens, mas xamãs aumentavam suas habilidades com o tempo e uma vez que os ancestrais apareciam para eles em visões, eram todos iguais em honra e respeito.

Uma forma velada apareceu além da iluminação da fogueira. Durotan levantou e expandiu seu corpo de forma imponente apenas no caso de alguém que bebeu demais tivesse entrado com intenções hostis. Então o vento mudou de direção e ao sentir o cheiro de Orgrim, gargalhou.

“Seja bem vindo velho amigo.” vociferou ao abraçar com força o outro orc. Assim como na juventude, mesmo Durotan sendo alto, Orgrim era maior do que ele. Enquanto observava o segundo em comando do clã Blackrock, secretamente admirou-se como pôde ser capaz de superá-lo em algo.

Orgrim grunhiu e bateu no ombro de Durotan. “Seu grupo é pequeno, mas é o que cheira melhor.” disse, olhando a carne assada e cheirando com apreciação.

“Então tasque um pedaço de talbuque e por enquanto deixe suas obrigações para lá.” disse Draka.

 “Faria se pudesse,” suspirou. “mas não tenho muito tempo. Se o líder do Frostwolf pudesse caminhar comigo um pouco, ficaria honrado.”

“Vamos caminhar então.” replicou.

Deixaram o acampamento e andaram em silêncio por algum tempo, até as fogueiras virarem pequenas luzes cintilantes e distantes e asseguraram que nenhum ouvido intrometido estava por perto para bisbilhotar. Ambos farejaram o vento também. Orgrim permaneceu em silêncio e Durotan esperou pacientemente como um verdadeiro caçador.

Finalmente Orgrim falou. “Blackhand não queria vir.” confessou. “Achou degradante Ner’zhul convocar a todos como se fossemos bichinhos de estimação dele.”

“Draka e eu tivemos a mesma reação, mas ainda bem que viemos. Você viu a expressão no rosto do Ner’zhul. Apenas olhá-lo foi o bastante para perceber que fizemos certo em vir.”

Orgrim bufou com escárnio. “Foi o que bastou para mim também, mas quando deixei o acampamento, Blackhand ainda estava enfurecido com o xamã. Ele não vê o que nós vemos.”

Não era da conta dele falar mal de outro líder de clã, mas também não era segredo o que a maioria dos orcs pensa sobre Blackhand. Era certamente um orc poderoso, em seu auge, maior e mais forte que qualquer orc que Durotan já viu. E não era ignorante. Mas havia algo nele que o deixava desconfiado. Decidiu segurar a língua.

“Até no escuro vejo o esforço que está fazendo, velho amigo.” murmurou. “Não precisa falar as palavras para que eu saiba o que ia dizer. Ele é meu chefe, jurei lealdade a ele e não irei quebrar o juramento. Mas até mesmo eu tenho minhas dúvidas.”

A confissão alarmou Durotan. “Você tem?”

Orgrim concordou. “Estou dividido, Durotan: entre minha fidelidade e o que meu coração e mente me dizem. Espero que nunca fique nessa posição. Como segundo no comando, posso ajudar a amenizá-lo, mas não muito. Ele é o líder e ele tem o poder. Posso apenas torcer para que ele escute os outros amanhã ao invés de ficar teimosamente sentado em seu orgulho ferido.”

Durotan dividia essa esperança. Se as coisas estavam tão ruins quanto a expressão de Ner’zhul indicava, a última coisa que ele queria era o líder de um dos maiores clãs se comportar como uma criança mimada.

Seus olhos recaíram sobre uma forma sombreada nas costas de Orgrim. Orgulho e pesar o inundaram ao falar. “Você carrega a Doomhammer agora. Não sabia que seu pai havia falecido.”

“Morreu bravamente.” disse. Hesitou e continuou. “Lembra daquele dia, há muito tempo atrás quando trombamos com aquele ogro e os draenei nos salvaram?”

“Nunca poderia esquecer.” respondeu Durotan.

“O profeta falou de quando eu receberia a Doomhammer.” disse. “Estava tão animado com a possibilidade de empunhá-la em combate. Foi a primeira vez que entendi – realmente entendi – que o dia no qual se tornaria minha arma, seria o dia que eu ficaria sem pai.”

Desprendeu a arma de suas costas e ergueu-a. Era como assistir uma dançarina, pensou Durotan – equilíbrio entre força e graça. A lua brilhava sobre o corpo forte de Orgrim enquanto ele movia-se, agachava, saltava e girava. Finalmente, ofegando e suando muito, Orgrim guardou a arma lendária.

“É algo glorioso.” suspirou. “Uma arma de poder. Uma arma de profecia. O orgulho da minha linhagem. E eu a quebraria em mil pedaços com minhas próprias mãos se isso trouxesse meu pai de volta.”

Sem dizer mais nada, Orgrim avançou em direção ao pequeno grupo de fogueiras luminosas. Durotan não tinha a intenção de segui-lo. Sentou-se por um longo tempo, olhando as estrelas, pressentindo do fundo de sua alma que o mundo que iria contemplar amanhã seria radicalmente diferente do que havia conhecido por toda sua vida.







fonte de imagem: Blizzard - acesso em 22.dez.2013
fonte de imagem: Blizzard - acesso em 22.dez.2013
fonte de tradução: World of Warcraft: Rise of the Horde (No. 4) - 2006

Coja no Wow e Acervo de Azeroth não tem a intenção de ir contra qualquer copyright e/ou trademark, o conteúdo disponibilizado é de total direito intelectual da Blizzard, sendo terminantemente proibido a cópia e a publicação dos textos para utilização em fins comerciais sem autorização da empresa detentora dos direitos autorais. Estes textos são conteúdo traduzido de um fã para fãs e para uso exclusivamente gratuito. Tão logo o conteúdo seja traduzido oficialmente para o português o mesmo será retirado do ar, caso a empresa se sinta lesada por qualquer postagem apenas um comunicado por parte dela é o suficiente para o conteúdo ser retirado do ar.

0 comentários:

Postar um comentário